sábado, 13 de novembro de 2010

O preconceito no Brasil

        O preconceito racial ainda existe no Brasil isso ninguém pode negar, pois vemos que existem muitas piadas referentes a negros e brancos, é claro que o preconceito racial já não é mais  como antigamente, onde os negros eram escravos, ou a pouco tempo em que tinham a oportunidade profissional quase nula.
     
        Muita coisa mudou em relação a preconceito racial, hoje em dia, por exemplo, existe a cota de negros para universidades que visam ajudar essas pessoas que às vezes não tem oportunidades de conseguirem um diploma universitário, um reflexo do que foi o passado. Hoje se reflete esse passado em faculdades que possibilitam filhos e netos desses negros a conseguirem uma vaga, gera certa polêmica, pois alguns defendem a impressão de que os negros são mais frágeis.
       
       Lojas em especial que vendem moda, muitas vezes não aceitam funcionários negros, não falam diretamente, mas aceitam o currículo sem dar a devida importância.

       Também existe o preconceito de pessoas quando andam pelas ruas a noite que veem um negro vindo em sua direção e cortam volta por imaginar que possa se tratar de um bandido, ainda há muito que ser feito, nosso país é muito democrático e alugares para todos, só que precisamos cortar esse mal racial pela raiz e não deixar que ele domine os nossos filhos e netos, sendo assim o Brasil inteiro precisa lutar contra isso, mostrando que todas as raças são iguais e que não há diferença alguma entre nós. Se aos olhos de Deus não temos diferenças por que vamos pensar isso de outras pessoas brancas como negras?
Preconceito racial é crime!

Postado por Matheus Gomes

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O homem mais Poderoso do Mundo

Protestante e descendente de mulçumano, o democrata Barack Obama é o primeiro negro a concorrer à presidência dos Estados Unidos. Seu nome significa "abençoado" em suaíli uma das línguas oficiais do Quênia. O atual senador democrata nasceu na ilha de Honolulu, no Havaí, quando seu pai, o economista queniano Barack Obama e sua mãe Ann Duham, do Kansas, estudavam na Universidade em Manoa. Após o divórcio dos pais, Obama passou quatro anos com a mãe e o marido indonésio em Jacarta. Aos dez, voltou para o Havaí para morar com os avós maternos.
Adolescência problemática

O candidato contou no livro "Dreams from My Father" que consumia álcool e drogas como maconha e cocaína no período de escola. Durante a campanha, falou com jovens estudantes e admitiu que perdeu muito tempo de sua adolescência no consumo de drogas. Essas atitudes só foram mudar quando, Obama estava nos anos finais da faculdade. O senador se formou em Direito na Universidade de Harvard, em 1991. Em 1992, casou com Michelle Robinson e com ela teve duas filhas, Malia, em 1999 e Natasha, 2001.


Além das aulas de direito constitucional, Obama se dedicou à vida política. Em 1996, foi eleito ao senado de Illinois, que funciona nos estados unidos como o legislativo estadual e reeleito em 2000. Em 2004, foi eleito senador dos Estados Unidos pelo Estado de Illinois.
Propostas de Campanha

Obama propõe a retirada das tropas norte-americanas do Iraque. Mas defende o auxílio financeiro para refugiados iraquianos. Quanto à questão dos imigrantes, o candidato defende a legalização dos 12 milhões de imigrantes que moram atualmente nos Estados Unidos, que estaria atrelada a pagamento de multa e aprendizado do inglês. O candidato democrata é a favor da união civil entre pessoas do mesmo sexo e também do aborto.

 Postado por Rodrigo Barbosa

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O preconceito nas escolas

A sociedade brasileira caracteriza-se por uma pluralidade étnica, sendo esta produto de um processo histórico que inseriu num mesmo cenário três grupos distintos: portugueses, índios e negros de origem africana. Esse contato favoreceu o intercurso dessas culturas, levando à construção de um país inegavelmente miscigenado, multifacetado, ou seja, uma unicidade marcada pelo antagonismo e pela imprevisibilidade.
Apesar do intercurso cultural descrito acima, esse contato desencadeou alguns desencontros. As diferenças se acentuaram, levando à formação de uma hierarquia de classes que deixava evidentes a distância e o prestígio social entre colonizadores e colonos. Os índios e, em especial, os negros permaneceram em situação de desigualdade situando-se na marginalidade e exclusão social, sendo esta última compreendida por uma relação assimétrica em dimensões múltiplas – econômica, política, cultural. Sem a assistência devida dos órgãos responsáveis, os sujeitos tornam -se alheios ao exercício da cidadania.
Esse acontecimento inicial parece ter de algum modo subsistido, contribuindo para o quadro situacional do negro. O seu cotidiano coloca-o frente à vivência de circunstâncias como preconceito, descrédito, evidenciando a sua difícil inclusão social. Sendo assim, busca-se por meio deste trabalho compreender como são construídas as relações raciais num dos espaços da superestrutura social do país, que é a escola, e como ela contribui para a formação da identidade das crianças negras.
O estudo da interface racismo e educação oferece uma possibilidade de colocar num mesmo cenário a problematização de duas temáticas de inquestionável importância. Ao contemplarmos as relações raciais dentro do espaço escolar, questionamo-nos até que ponto ele está sendo coerente com a sua função social quando se propõe a ser um espaço que preserva a diversidade cultural, responsável pela promoção da eqüidade. Sendo assim, aguardamos mecanismos que devam possibilitar um aprendizado mais sistematizado favorecendo a ascensão profissional e pessoal de todos os que usufruem os seus serviços.
A escola é responsável pelo processo de socialização infantil no qual se estabelecem relações com crianças de diferentes núcleos familiares. Esse contato diversificado poderá fazer da escola o primeiro espaço de vivência das tensões raciais. A relação estabelecida entre crianças brancas e negras numa sala de aula pode acontecer de modo tenso, ou seja, segregando, excluindo, possibilitando que a criança negra adote em alguns momentos uma postura introvertida, por medo de ser rejeitada ou ridicularizada pelo seu grupo social. O discurso do opressor pode ser incorporado por algumas crianças de modo maciço, passando então a se reconhecer dentro dele: "feia, preta, fedorenta, cabelo duro", iniciando o processo de desvalorização de seus atributos individuais, que interferem na construção da sua identidade de criança.
A exclusão simbólica, que poderá ser manifestada pelo discurso do outro, parece tomar forma a partir da observação do cotidiano escolar. Este poderá ser uma via de disseminação do preconceito por meio da linguagem, na qual estão contidos termos pejorativos que em geral desvalorizam a imagem do negro.
O cotidiano escolar pode demonstrar a (re) apresentação de imagens caricatas de crianças negras em cartazes ou textos didáticos, assim como os métodos e currículos aplicados, que parecem em parte atender ao padrão dominante, já que neles percebemos a falta de visibilidade e reconhecimento dos conteúdos que envolvem a questão negra.
Essas mensagens ideológicas tomam uma dimensão mais agravante ao pensarmos em quem são seus receptores. São crianças em processo de desenvolvimento emocional, cognitivo e social, que podem incorporar mais facilmente as mensagens com conteúdos discriminatórios que permeiam as relações sociais, aos quais passam a atender os interesses da ideologia dominante, que objetiva consolidar a suposta inferioridade de determinados grupos. Dessa forma, compreendemos que a escola tanto pode ser um espaço de disseminação quanto um meio eficaz de prevenção e diminuição do preconceito.







Postado por: Victor Augusto

Lei Áurea

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia . Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Os negros, trazidos do continente africano , eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.  
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

Postado por Thiago Roberto


Desigualdade entre negros e brancos diminui

As disparidades entre negros e brancos têm diminuído na educação, mas isso ainda não se refletiu em queda da desigualdade de renda na mesma proporção, indica o quarto Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio(ODM), realizado pelo governo federal.
 Entre a população que trabalha, o rendimento de negros ou pardos melhorou um pouco mais que o dos brancos, e a inequidade caiu. Na população como um todo a pobreza encolheu, mas a redução foi semelhante entre os dois grupos — a desigualdade, portanto, se manteve. Na avaliação do estudo, “os dados indicam a persistência de práticas de discriminação”.
A diminuição do abismo entre brancos e negros (negros ou pardos) não é um Objetivo do Milênio específico — aliás, a ausência de um enfoque sobre as desigualdades em geral nos ODM é alvo de críticas de estudiosos.
No entanto, representantes da ONU no Brasil têm destacado a importância de que as metas sejam atingidas para todos os grupos.
O estudo mostra que a tendência de universalização do ensino fundamental — uma política mais geral, não voltada a determinadas etnias especificamente — beneficiou negros e brancos.
Em 1992, o percentual de pessoas de 7 a 14 anos que frequentavam o ensino fundamental era de 75,3% para negros ou pardos e 87,5% para brancos. Já em 2008, as porcentagens eram praticamente iguais: 94,7% no primeiro caso e 95,4% no segundo.
Um dos efeitos disso foi a queda da desigualdade no analfabetismo. Na faixa etária de 15 a 24 anos, a taxa era de 95,6% para os brancos e 86,8% para os negros, em 1992. Já em 2008 os números eram parecidos: 98,7% para os brancos, 97,3% para pretos ou pardos.
No ensino médio a desigualdade ainda persiste, embora em nível menor. Em 1992, a proporção de brancos de 15 a 17 anos matriculados no antigo colegial (27,1%) era quase o triplo da dos negros (9,2%). Em 2008, a diferença havia caído para 44% (61% entre os brancos, 42,2% entre pretos ou pardos).
Quando se adiciona o componente gênero, porém, a questão se agrava. “As negras frequentam menos as escolas, apresentam menores médias de anos de estudo e maior defasagem escolar”, afirma o estudo.
Se o perfil educacional de negros e brancos ficou mais parecido, poderia se esperar que o mesmo acontecesse com o rendimento. Não é o que tem ocorrido. A distância entre trabalhadores brancos e os negros ou pardos diminuiu, mas ainda é grande.
Em 2008, estes últimos recebiam somente 56,7% da remuneração dos primeiros, enquanto dez anos antes o percentual era de 48,4%. “Tal diferencial se deve, em grande medida, à menor escolaridade média da população preta e parda, que, no entanto, não é suficiente para explicar as diferenças de rendimentos”, afirma o relatório.
O confronto dos dados de 1998 com os de 2008 mostra que, nos dez anos e para todas as faixas de escolaridade, os negros ou pardos sempre estiveram em situação pior na população ocupada. Ao longo desse período, a desigualdade caiu entre quem tem até 4 anos de estudos ( no máximo o antigo primário, portanto) e quem tem de 9 a 11 anos de estudos (ensino médio completo ou incompleto). Mas não mudou entre trabalhadores com 5 a 8 anos de estudos (antigo ginásio completo ou incompleto) e aumentou entre os que têm superior completo e incompleto.
Quando se leva em conta não apenas os trabalhadores, mas toda a população, a desigualdade se mostra estável. O relatório aponta que, em 1990, 37,1% dos negros ou pardos viviam abaixo da linha de extrema pobreza do Banco Mundial (US$ 1,25 ao dia, em dólar calculado pela paridade do poder de compra, que desconta as diferenças de custo de vida entre os países). Em 2008, a proporção havia caído para 6,6% — um recuo de 82% no período. Entre os brancos, a queda foi semelhante (83%): de 16,5%, em 1990, para 2,8%, no ano retrasado.
Os números mostram, portanto, que a proporção de pessoas muito pobres entre os negros é mais que o dobro que entre os brancos. Sob esse ponto de vista, a desigualdade racial abre um fosso de cinco anos entre os dois grupos: a extrema pobreza de negros e pardos de 2008 era a mesma que a de brancos de 2003. Como afirma o estudo, apesar dos avanços “o objetivo da igualdade racial requereria uma queda mais acelerada da pobreza extrema entre negros ou pardos”.

Postado por: Hiago Danilo

Um grande escritor

Machado de Assis



" Considerado o nome mais importante da literatura brasileira, Machado de Assis, nasceu pobre, ficou orfão ainda criança e estudou muito para chegar onde queria. Apesar das tentativas da elite de sua época de embranquecê-lo, sempre teve orgulho de ser negro "

Sua história começou em 1839, no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, durante o Império, quando o Brasil tinha 17 anos como país independente e ainda vivia um dos maiores dramas da humanidade - a escravidão. A vida Machado de Assis trata-se de uma das mais belas demonstrações dadas pela raça humana - ou, melhor dizendo, pela raça negra - de como a genialidade não tem cor e pode, quando aliada a um enorme esforço pessoal, colocar um brasileiro negro de origem humilde ao lado de grandes gênios da literatura mundial .

O menino que nasceu no dia 21 de junho de 1839 ganhou o nome de Joaquim Maria Machado de Assis, escolhido por seu pai, um pintor de paredes negro, e por sua mãe uma lavadeira e portuguesa de Açores. O destino, de início, foi muito pouco generoso com ele : perdeu a mãe muito cedo e o pai aos 12 anos. Com isso, foi criado pela madastra, a negra Maria Inês, que trabalhava como lavadeira. Não bastasse os dramas de infância, o pequeno Joaquim Maria chegou ao mundo numa época de poucos avanços sociais. O Rio de Janeiro daquele tempo carecia de esgoto, transporte, alimentação e sua população era vítima de constantes epidemias. O ensino não era manos precário e a nata da juventude navegava rumo a Universidade de Coimbra e a Europa .



Sua madastra, após a morte de seu pai, havia se mudado com ele para São Cristóvão, também no Rio de Janeiro. Lá, ensinou-o a ler e zelosa, conseguiu mais tarde que ele aprendesse francês com a proprietária de uma padaria. Em troca, o garoto fazia entregas pelas ruas da província. O latim que aprendia na escola pública servia também para o trabalho na Igreja de Lampadosa. Depois que a sacristia fechava, lá ia ele para a biblioteca do gabinete português de literatura deliciar-se com todas as obras disponíveis .


O brasileiro de maior prestígio em nossas letras, em todos os tempos, e tido como o ficcionista mais considerado do idioma lusófono foi o fundador e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras, autor de Dom Casmuro , obra reconhecida como de valor inestimável para a cultura nacional, casou-se com a portuguesa Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã de seu amigo e poeta Faustino Xavier de Novais. A paixão do casal foi maior que a resistência da família da moça e o casamento foi importantíssimo para a carreira do autor, pois além de a esposa ter lhe apresentado vários autores portugueses e ingleses, viveram uma vida conjugal perfeita por 35 anos; morou com Carolina desde 1884 no número 18 da rua Cosme Velho, no Rio, onde permaneceu até a morrer, em setembro de 1908, apenas quatro anos após a morte da esposa .






Postado por: Victor Augusto

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cotas para negros, nas faculdades

O sistema de cotas para negros nas universidades, adotado pela primeira vez na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), em 2001, ainda gera polêmica e divide opiniões. Há vários argumentos contra e a favor, todos bastante sensatos. Nem mesmo o governo brasileiro parece saber que posição tomar e demonstra ambigüidade sobre a questão. Tanta incerteza, no entanto, tem um ponto positivo: a reserva de vagas gera um debate importante sobre o racismo no Brasil, um país onde

o preconceito existe, ainda que de forma velada.
A primeira instituição federal de ensino superior a implementar o sistema de cotas foi a Universidade de Brasília (UnB), que aprovou em junho deste ano um plano de metas para integração racial e étnica. O projeto, que entrará em vigor em 2004, prevê a reserva de vagas para negros e, num percentual menor, índios, durante dez anos.

Um dos autores da proposta da UnB, o professor José Jorge de Carvalho, do Departamento de Antropologia, acredita que o sistema de cotas é a única forma de se resolver o problema da exclusão racial no curto prazo. O preconceito, segundo ele, está presente nas salas de aula. Carvalho passou a defender as cotas depois de testemunhar o caso de um aluno negro prejudicado por um professor, aparentemente por motivos raciais.

"Há poucos negros na universidade e isso dificulta que eles se unam para lutar por seus direitos. É preciso mudar o tipo de relação que existe na academia. E isso só vai acontecer quando houver vários negros lá dentro", afirma Carvalho.
Os dados apresentados pelo professor mostram que a exclusão é perversa: 97% dos atuais universitários brasileiros são brancos, contra 2% de negros e 1% de amarelos. O desequilíbrio, num país em que 45% da população é negra, deixa claro que são necessárias medidas urgentes para inserção do negro no ensino superior. Mas a solução das cotas, a única de caráter prático apresentada até o momento, está longe de ser uma unanimidade.


Postado por: Victor Augusto